Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1994, na Bahia, foram eleitos 39 deputados federais. A maior bancada foi a do PFL (16). A maior votação foi de Luis Eduardo Maron de Magalhae (PFL), com 138.084 votos. O quociente eleitoral foi de cerca de 71.511 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 22.222: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 1994
Aptos7.031.624
Compareceram5.156.766
Abstenções1.874.858
Brancos945.473
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
O TSE não publicou votos válidos nem nulos em 1994, então o percentual sobre válidos não é exibido.
39 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 11 partidos. A cadeira é aproximadamente ~71.511 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PFLPartido da Frente Liberal1641,03%
1.009.741 nominais
PMDBPartido do Movimento Democratico Brasileiro615,38%
391.612 nominais
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira410,26%
275.993 nominais
PDTPartido Democratico Trabalhista37,69%
169.635 nominais
PLPartido Liberal25,13%
186.835 nominais
PTPartido dos Trabalhadores25,13%
178.932 nominais
PSBPartido Socialista Brasileiro25,13%
68.454 nominais
PTBPartido Trabalhista Brasileiro12,56%
134.527 nominais
PPPartido Progressista12,56%
101.949 nominais
PPRPartido Progressista Reformador12,56%
80.814 nominais
0 pela cota + 1 por sobra
PC DO BPartido Comunista do Brasil12,56%
39.043 nominais
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PFLPartido da Frente Liberal1.009.74116 cadeiras
1.009.741 nominais · 14,1 quocientes
PMDBPartido do Movimento Democratico Brasileiro391.6126 cadeiras
391.612 nominais · 5,5 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira275.9934 cadeiras
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·1994·Deputado Federal·Bahia (BA)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.