Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1994, no Acre, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do PMDB (4). A maior votação foi de Carlos Airton Magalhaes Santan (PPR), com 12.780 votos. O quociente eleitoral foi de cerca de 16.757 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 5.363: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
O TSE não publicou votos válidos nem nulos em 1994, então o percentual sobre válidos não é exibido.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 3 partidos. A cadeira é aproximadamente ~16.757 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
Em 2026, o último deputado federal eleito no Acre fez 13.732 votos. Foram 8 cadeiras e 90 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | 8 | 90 | 57.811 | 13.732 | 39.587 | 22.775 |
| 2022 | 8 | 128 | 54.282 | 14.522 | 25.842 | 20.500 |
| 2018 | 8 | 81 | 52.188 | 9.537 | 40.047 | 21.872 |
| 2014 | 8 | 62 | 49.900 | 17.903 | 39.844 | 17.300 |
| 2010 | 8 | 37 | 43.266 | 15.849 | 52.183 | 13.826 |
| 2006 | 8 | 50 | 39.701 | 14.785 | 28.748 | 14.956 |
| 2002 | 8 | 66 | 33.333 | 7.605 | 21.930 | 10.106 |
| 1998 | 8 | 51 | 25.814 | 5.477 | 21.556 | 9.327 |
| 1994 | 8 | 39 | — | 5.363 | 12.780 | 8.747 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Ver no mapaA tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.