Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1966, no Acre, foram eleitos 15 deputados estaduais. A maior bancada foi a da ARENA (9). A maior votação foi de Eloy Abud (ARENA), com 1.442 votos (7,92% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 488 votos.
Nestas eleições concorreram apenas dois partidos: a ARENA e o MDB. O quadro partidário anterior foi extinto pelo Ato Institucional nº 2, de 1965, e o Ato Complementar nº 4 estabeleceu que só duas organizações poderiam registrar candidatos. O pluripartidarismo foi restabelecido pela reforma de 1979, e esta base registra 5 partidos em 1982 e 29 em 1986.
15 cadeiras na Assembleia Legislativa do Acre, distribuídas entre 2 partidos.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa. Uma única legenda tem maioria absoluta.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.
Em 2026, o último deputado estadual eleito no Acre fez 4.933 votos. Foram 24 cadeiras e 224 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | 24 | 224 | 19.584 | 4.933 | 18.149 | 9.531 |
| 2022 | 24 | 333 | 18.157 | 4.810 | 16.636 | 6.004 |
| 2018 | 24 | 436 | 17.418 | 3.382 | 10.349 | 6.071 |
| 2014 | 24 | 497 | 16.896 | 2.683 | 10.213 | 5.529 |
| 2010 | 24 | 330 | 14.333 | 1.690 | 6.472 | 4.051 |
| 2006 | 24 | 296 | 13.426 | 2.405 | 6.050 | 3.808 |
| 2002 | 24 | 329 | 11.592 | 1.642 | 6.266 | 3.007 |
| 1998 | 24 | 214 | 9.159 | 1.105 | 7.369 | 2.721 |
| 1994 | 24 | 168 | — | 1.425 | 7.841 | 2.347 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.