Em 2004, Erval Seco (RS) elegeu 9 vereadores. A maior votação foi de Paulo Heemann (PDT), com 391 votos, e a menor entre os eleitos foi de 187.
Em 2024, o último vereador eleito em Erval Seco fez 172 votos. A câmara tem 9 cadeiras e 36 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | 9 | 36 | 535 | 172 | 405 | 209 |
| 2020 | 9 | 35 | 514 | 191 | 352 | 198 |
| 2016 | 9 | 41 | 534 | 197 | 441 | 171 |
| 2012 | 9 | 51 | 575 | 158 | 249 | 207 |
| 2008 | 9 | 33 | 581 | 165 | 307 | 249 |
| 2004 | 9 | 41 | 604 | 187 | 391 | 199 |
| 2000 | 9 | 34 | 627 | 173 | 460 | 202 |
| 1996 | 9 | 38 | — | 172 | 386 | 241 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada na câmara), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte, porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
O corte acima é das eleições locais (prefeito e vereador). Para ver a votação dos cargos das eleições gerais nesta cidade (presidente, governador, senador e deputados), escolha um ano em Ano da eleição, logo abaixo.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
9 cadeiras na Câmara Municipal de Erval Seco, distribuídas entre 6 partidos. A cadeira é aproximadamente ~604 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Resultado somado de todas as zonas eleitorais da cidade, com o percentual sobre os votos válidos. Em vereador os válidos incluem o voto de legenda (quem digita só o número do partido), e por isso não fecham com a soma dos candidatos. Eleições municipais de 1996 a 2024; não há dado por município antes de 1994.