Em 2024, Curitiba (PR) elegeu 38 vereadores. A maior votação foi de Jasson Goulart (REPUBLICANOS), com 21.684 votos, e a menor entre os eleitos foi de 3.062.
Em 2024, o último vereador eleito em Curitiba fez 3.062 votos. A câmara tem 38 cadeiras e 732 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | 38 | 732 | 22.554 | 3.062 | 21.684 | 8.655 |
| 2020 | 38 | 1.136 | 20.785 | 2.527 | 12.147 | 4.538 |
| 2016 | 38 | 1.048 | 23.181 | 3.006 | 11.272 | 5.572 |
| 2012 | 38 | 708 | 23.961 | 2.861 | 14.819 | 6.624 |
| 2008 | 38 | 794 | 25.397 | 2.593 | 17.377 | 7.180 |
| 2004 | 38 | 561 | 24.197 | 3.199 | 18.582 | 7.609 |
| 2000 | 35 | 620 | 24.301 | 3.251 | 22.586 | 8.632 |
| 1996 | 35 | 437 | — | 4.075 | 26.230 | 6.281 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada na câmara), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte, porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
O corte acima é das eleições locais (prefeito e vereador). Para ver a votação dos cargos das eleições gerais nesta cidade (presidente, governador, senador e deputados), escolha um ano em Ano da eleição, logo abaixo.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
38 cadeiras na Câmara Municipal de Curitiba, distribuídas entre 14 partidos. A cadeira é aproximadamente ~22.554 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 38 cadeiras, 29 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 9 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
75 candidaturas desta lista tiveram a votação apurada pelo TSE fora do total de votos válidos: é assim que o TSE publica a votação de candidatura cujo registro não constava como deferido nos dados do TSE. A decisão pode ter mudado depois, e daqui não há como saber. Elas aparecem com os votos, porque os votos existiram, e sem percentual, porque essas votações não estão no denominador. É também por isso que os percentuais das demais não somam 100%.
Resultado somado de todas as zonas eleitorais da cidade, com o percentual sobre os votos válidos. Em vereador os válidos incluem o voto de legenda (quem digita só o número do partido), e por isso não fecham com a soma dos candidatos. Eleições municipais de 1996 a 2024; não há dado por município antes de 1994.