Em 2024, Olímpia (SP) elegeu 13 vereadores. A maior votação foi de Flavio Olmos (PP), com 1.422 votos, e a menor entre os eleitos foi de 500.
Em 2024, o último vereador eleito em Olímpia fez 500 votos. A câmara tem 13 cadeiras e 157 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | 13 | 157 | 2.254 | 500 | 1.422 | 562 |
| 2020 | 10 | 123 | 2.777 | 427 | 1.236 | 803 |
| 2016 | 10 | 104 | 2.869 | 591 | 1.419 | 831 |
| 2012 | 10 | 102 | 2.887 | 627 | 1.431 | 1.142 |
| 2008 | 10 | 54 | 2.844 | 568 | 2.135 | 897 |
| 2004 | 9 | 97 | 3.074 | 672 | 1.355 | 714 |
| 2000 | 17 | 74 | 1.528 | 410 | 1.174 | 508 |
| 1996 | 17 | 122 | — | 224 | 852 | 534 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada na câmara), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte, porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
O corte acima é das eleições municipais (prefeito e vereador). A votação de cada eleição desta cidade, ano a ano, das municipais e das gerais (presidente, governador, senador e deputados), está em Eleições gerais e municipais em Olímpia, logo abaixo.
As eleições de Olímpia (SP), ano a ano: nas eleições municipais de 1996 a 2024, a votação de cada candidato a prefeito e a vereador, com a lista completa dos candidatos e quem foi eleito; nas eleições gerais de 1994 a 2022, a votação de cada candidato a presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual somada em Olímpia, com a lista completa dos candidatos. Escolha o ano e o cargo:
Eleição geral: presidente, governador, senador e deputados. Eleição municipal: prefeito e vereador.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
13 cadeiras na Câmara Municipal de Olímpia, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~2.254 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 13 cadeiras, 9 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 4 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
2 candidaturas desta lista tiveram a votação apurada pelo TSE fora do total de votos válidos: é assim que o TSE publica a votação de candidatura cujo registro não constava como deferido nos dados do TSE. A decisão pode ter mudado depois, e daqui não há como saber. Elas aparecem com os votos, porque os votos existiram, e sem percentual, porque essas votações não estão no denominador. É também por isso que os percentuais das demais não somam 100%.
Resultado somado de todas as zonas eleitorais da cidade, com o percentual sobre os votos válidos. Em vereador os válidos incluem o voto de legenda (quem digita só o número do partido), e por isso não fecham com a soma dos candidatos. Eleições municipais de 1996 a 2024; não há dado por município antes de 1994.