Em 2024, Ponte Nova (MG) elegeu 13 vereadores. A maior votação foi de Wagner Gomides (PV), com 1.531 votos, e a menor entre os eleitos foi de 321.
Em 2024, o último vereador eleito em Ponte Nova fez 321 votos. A câmara tem 13 cadeiras e 183 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | 13 | 183 | 2.474 | 321 | 1.531 | 470 |
| 2020 | 13 | 193 | 2.342 | 367 | 1.266 | 521 |
| 2016 | 13 | 202 | 2.576 | 315 | 1.297 | 559 |
| 2012 | 13 | 192 | 2.621 | 339 | 1.258 | 978 |
| 2008 | 10 | 113 | 3.427 | 510 | 1.269 | 710 |
| 2004 | 10 | 170 | 3.400 | 415 | 1.071 | 918 |
| 2000 | 15 | 183 | 2.115 | 318 | 1.130 | 686 |
| 1996 | 15 | 155 | — | 371 | 668 | 496 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada na câmara), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte, porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
O corte acima é das eleições locais (prefeito e vereador). Para ver a votação dos cargos das eleições gerais nesta cidade (presidente, governador, senador e deputados), escolha um ano em Ano da eleição, logo abaixo.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
13 cadeiras na Câmara Municipal de Ponte Nova, distribuídas entre 8 partidos. A cadeira é aproximadamente ~2.474 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 13 cadeiras, 5 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 8 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Uma candidatura desta lista teve a votação apurada pelo TSE fora do total de votos válidos: é assim que o TSE publica a votação de candidatura cujo registro não constava como deferido nos dados do TSE. A decisão pode ter mudado depois, e daqui não há como saber. Ela aparece com os votos, porque os votos existiram, e sem percentual, porque essa votação não está no denominador. É também por isso que os percentuais das demais não somam 100%.
Resultado somado de todas as zonas eleitorais da cidade, com o percentual sobre os votos válidos. Em vereador os válidos incluem o voto de legenda (quem digita só o número do partido), e por isso não fecham com a soma dos candidatos. Eleições municipais de 1996 a 2024; não há dado por município antes de 1994.