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Wanterlor Bandeira

Wanterlor Bandeira
Wanterlor Bandeira Nunes (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2008 · último partido PT
43 anos em 2008 · Masculino · Ensino médio incompleto
Vereador

Wanterlor Bandeira (Wanterlor Bandeira Nunes) disputou 4 eleições entre 2000 e 2008, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Parauapebas em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PA: 2.343 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Parauapebas/PA, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 5 mil de recursos próprios e R$ 1 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 22 mil. Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 12 mil, 76% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.131 votos em 2008 · 4 eleições

A votação de Wanterlor Bandeira Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 22 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos contratados

Wanterlor Bandeira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Pará em 2006, e vereador em Parauapebas (PA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 5 mil de recursos próprios e R$ 1 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 22 mil. Em 2006, 76% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2008R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 22 milcontratados
Gastos em 2006R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2008Vereador, Parauapebas (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 4% · próprios 20% · outras 4%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 22 mil100,0%
2006Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil76,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil16,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 4203,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3452,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 2001,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.