Doutor Carlos

Foto de Carlos Antonio Araujo de Oliveira
Doutor Carlos
Carlos Antonio Araujo de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido DEM
49 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Doutor Carlos (Carlos Antônio Araújo de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito e 1º suplente senador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Cajazeiras em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Cajazeiras/PB: 16.766 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Cajazeiras/PB, declarou R$ 454 mil em receitas: R$ 560 de outros recursos do partido, R$ 155 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 299 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 224 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 89 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 53 mil).

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Evolução da votação nas eleições

16.766 votos em 2004 (eleito) · 5 eleições

A votação de Carlos Antonio Araujo de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 454 mil em receitas · R$ 224 mil em gastos contratados

Doutor Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: 1º suplente senador por Paraíba em 2010, e prefeito em Cajazeiras (PB) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 454 mil em receitas: R$ 560 de outros recursos do partido, R$ 155 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 299 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 224 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 89 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil).

Receitas em 2012R$ 454 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 224 milcontratados
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2012Prefeito, Cajazeiras (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 454 mil
10 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 34% · empresas 66%
Gasto contratado
R$ 224 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 89 mil39,6%
  • Materiais impressosR$ 65 mil29,0%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 53 mil23,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil6,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil1,2%
20101º suplente senador, Paraíba
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892