- Serviços de terceirosR$ 9 mil32,4%
- Materiais impressosR$ 7 mil26,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil26,1%
- Publicidade por adesivosR$ 4 mil13,7%
- Outras 2 categoriasR$ 4051,5%
Segundo o Radar do Voto, Dr. Manoel (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 1.398 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Manoel (Manoel Loureiro Neto) disputou 7 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Diamantino em 2020; vereador de Diamantino em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Diamantino/MT: 5.588 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MT, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 16 mil de outros recursos do partido, R$ 32 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 7 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 202 mil em 2020 e R$ 700 em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Manoel Loureiro Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Manoel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Diamantino (MT) em 2008, 2012 e 2016, prefeito em Diamantino (MT) em 2020, e deputado estadual por Mato Grosso em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 16 mil de outros recursos do partido, R$ 32 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil); R$ 27 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 202 mil em gastos; em 2016, 100% dos R$ 700 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.