Adilton Domingos Sachetti

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Adilton Domingos Sachetti
4 eleições entre 2004 e 2018 · último partido PRB
62 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Arquiteto
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Adilton Sachetti (Adilton Domingos Sachetti) disputou 4 eleições entre 2004 e 2018, para senador, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2014; prefeito de Rondonópolis em 2004. A maior votação foi em 2018, para senador por MT: 333.082 votos. No Senado Federal, teve R$ 55,4 milhões empenhados em 53 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 62 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por MT, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 106 mil do Fundo Partidário, R$ 87 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 556 mil de doações privadas (39 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 660 mil), militância e mobilização de rua (R$ 583 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 315 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3,9 milhões, 43% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

333.082 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Adilton Domingos Sachetti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2,7 milhões em receitas · R$ 2,7 milhões em gastos contratados

Adilton Sachetti declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2014, e senador por Mato Grosso em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 106 mil do Fundo Partidário, R$ 87 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 556 mil de doações privadas (39 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 660 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 583 mil). Em 2014, 43% dos R$ 3,9 milhões em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 2,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2,7 milhõescontratados
Gastos em 2014R$ 3,9 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2018Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,7 milhões
39 doadores pessoas físicas
FEFC 73% · Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 2,7 milhões
pago: R$ 2,7 milhões (99%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 660 mil24,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 583 mil21,8%
  • Materiais impressosR$ 315 mil11,8%
  • PessoalR$ 233 mil8,7%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 882 mil33,0%
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,9 milhões
78 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 44% · empresas 33%
Gasto contratado
R$ 3,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1,7 milhão42,8%
  • Materiais impressosR$ 524 mil13,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 203 mil5,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 124 mil3,2%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 276 lançados como "diversas a especificar" e R$ 951 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,4 milhão35,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 55,4 milhões empenhados · 92% pago · 53 emendas em 62 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

No Senado Federal, Adilton Sachetti teve R$ 55,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 53 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 62 municípios. Já foram pagos R$ 51,2 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Rondonópolis, Sapezal e Cuiabá.2

EmpenhadoR$ 55,4 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 51,2 milhões92% do empenhado, com restos a pagar
Emendas53individuais
Municípios62diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,1 milhõesR$ 14,4 milhões96%1315
2018R$ 14,8 milhõesR$ 14,1 milhões96%1029
2017R$ 12,3 milhõesR$ 10,7 milhões87%812
2016R$ 13 milhõesR$ 11,8 milhões90%2135
TotalR$ 55,2 milhõesR$ 51 milhões92%5262

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 28,3 milhões51,2%
  2. 2Ciência e TecnologiaR$ 23,9 milhões43,1%
  3. 3UrbanismoR$ 2,5 milhões4,4%

Municípios que mais receberam

  1. 1RondonópolisR$ 9,5 milhões17,2%
  2. 2SapezalR$ 3,1 milhões5,7%
  3. 3CuiabáR$ 2,3 milhões4,2%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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