Marco Aurélio Flores Carone

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Marco Aurélio Flores Carone
4 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PSOL
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
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Carone (Marco Aurélio Flores Carone) disputou 4 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual, vereador, prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por MG: 1.361 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 129 de outras campanhas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil), publicidade por adesivos (R$ 3 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 882). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.251 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Marco Aurélio Flores Carone em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 12 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Carone declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2016, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 129 de outras campanhas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Em 2016, R$ 26 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
FEFC 12% · partido e outras campanhas 1% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil58,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 750 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil41,3%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 24% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil31,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil24,3%
  • PessoalR$ 2 mil6,5%
  • Serviços de terceirosR$ 660,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 10 mil37,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marco Aurélio Flores Carone (Carone): candidaturas e votos · Radar do Voto