Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Delgado (Paulo Gabriel Godinho Delgado) disputou 6 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por MG: 132.137 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 337 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (49 doadores) e R$ 598 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 487 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 60 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 773 mil.
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Evolução da votação nas eleições
41.011 votos em 2010 · 6 eleições
A votação de Paulo Gabriel Godinho Delgado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos contratados
Paulo Delgado declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 337 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (49 doadores) e R$ 598 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 487 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil). Em 2006, R$ 773 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 1 milhãocontratados
Gastos em 2006R$ 773 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 128 mil16,5%
Encargos sociaisR$ 60 mil7,8%
Outras 16 categoriasinclui R$ 114 lançados como "diversas a especificar"R$ 242 mil31,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1998ELEITO60.204GMG · 47 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PT · nº 1313 · ver resultado completo
Prefeito · 1996NÃO ELEITO18.076LJuiz de Fora, Minas Gerais · 45 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994ELEITO60.848GMG · 43 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 1313 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.