Herculano Baião

Foto de Herculano de Freitas Baião
Herculano Baião
Herculano de Freitas Baião (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PR
71 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Herculano Baião (Herculano de Freitas Baião) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Senador Amaral em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Senador Amaral/MG: 2.280 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Senador Amaral/MG, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 14 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 32 mil, 53% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.975 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Herculano de Freitas Baião em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 33 mil em receitas · R$ 33 mil em gastos contratados

Herculano Baião declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Senador Amaral (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 14 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 12 mil). Em 2008, 53% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 33 milcontratados
Gastos em 2008R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Senador Amaral (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 29% · pessoas 23% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 14 mil41,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 12 mil35,7%
  • Materiais impressosR$ 7 mil22,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2000,6%
2008Prefeito, Senador Amaral (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
65 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 72% · empresas 9% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil53,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil9,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8002,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 630,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil35,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892