Wanderson Fábio de Lima

Foto de Wanderson Fábio de Lima
Wanderson Fábio de Lima
5 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PC do B
41 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
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Wanderson Lima (Wanderson Fábio de Lima) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Rio Acima em 2012; vereador de Rio Acima em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 3.549 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Rio Acima/MG, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 33 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2010 e R$ 3 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

968 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Wanderson Fábio de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 59 mil em receitas · R$ 73 mil em gastos contratados

Wanderson Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Rio Acima (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e prefeito em Rio Acima (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 33 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil). Em 2010, R$ 5 mil em gastos contratados; em 2008, 47% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 73 milcontratados
Gastos em 2010R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Rio Acima (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
doações de pessoas
pessoas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 33 mil45,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil26,1%
  • Materiais impressosR$ 12 mil16,8%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil9,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil1,7%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido 58% · pessoas 39% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil22,0%
  • Materiais impressosR$ 59013,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2305,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil59,9%
2008Vereador, Rio Acima (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 23% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil46,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 73028,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 28010,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1204,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 2509,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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