Guilherme (Guilherme Menezes de Andrade) disputou 7 eleições entre 1994 e 2012, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Vitória da Conquista em 2012, 2008, 2000 e 1996; deputado federal em 2006 e 2002; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por BA: 100.041 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Vitória da Conquista/BA, declarou R$ 866 mil em receitas: R$ 865 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 778 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 518 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 111 mil) e publicidade por carros de som (R$ 52 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 163 mil em 2008 e R$ 128 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
77.061 votos em 2012 · 7 eleições
A votação de Guilherme Menezes de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 866 mil em receitas · R$ 778 mil em gastos contratados
Guilherme declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, e prefeito em Vitória da Conquista (BA) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 866 mil em receitas: R$ 865 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 778 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 518 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 111 mil). Em 2008, R$ 163 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 128 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 866 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 778 milcontratados
Gastos em 2008R$ 163 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 54% · empresas 4% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 128 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 41 mil31,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 21 mil16,1%
Publicidade por carros de somR$ 17 mil13,5%
Locação/cessão de bens móveisR$ 13 mil10,3%
Outras 16 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil28,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996ELEITO52.928LVitória da Conquista, Bahia · 51 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994ELEITO10.459GBA · 49 anos · Superior completo · PT · nº 13131 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.