52 anos em 2008 · Masculino · Ensino médio incompleto
Agente Administrativo
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antonio do Dorve (Antônio José da Cunha Neto) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Itaguara em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para vereador em Itaguara/MG: 305 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Itaguara/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 178 de outras campanhas, R$ 560 de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 420), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 120) e combustíveis e lubrificantes (R$ 90).
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Evolução da votação nas eleições
121 votos em 2008 · 4 eleições
A votação de Antonio Jose Cunha Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Antonio do Dorve declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Itaguara (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 178 de outras campanhas, R$ 560 de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 420) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 120).
partido e outras campanhas 5% · pessoas 17% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 42012,7%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1203,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 902,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 752,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil78,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2008SUPLENTE121LItaguara, Minas Gerais · 52 anos · Ensino médio incompleto · Agente Administrativo · PSDB · nº 45610 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO · MÉDIA209LItaguara, Minas Gerais · 48 anos · Ensino fundamental incompleto · Motorista de Veiculos de Transporte de Carga · PSDB · nº 45610 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO234LItaguara, Minas Gerais · 44 anos · Lê e escreve · Motorista de Veículos de Transporte de Passageiros · PSDB · nº 45610 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO305LItaguara, Minas Gerais · 40 anos · Ensino fundamental incompleto · Motorista · PSDB · nº 45610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.