- PessoalR$ 82 mil48,7%
- ComíciosR$ 25 mil14,9%
- Publicidade por adesivosR$ 21 mil12,6%
- Publicidade por carros de somR$ 11 mil6,4%
- Outras 8 categoriasR$ 30 mil17,5%
Maria Luiza Laudano (Maria Luiza Dias Laudano) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 5 vezes: deputada estadual em 2010, 2006 e 1994; prefeita de Pojuca em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por BA: 43.937 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Pojuca/BA, declarou R$ 169 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 167 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 169 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil), comícios (R$ 25 mil) e publicidade por adesivos (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 469 mil em 2010 (41% com pessoal) e R$ 152 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Luiza Dias Laudano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maria Luiza Laudano declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Bahia em 2006 e 2010, e prefeita em Pojuca (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 169 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 167 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 169 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil) e comícios (R$ 25 mil). Em 2010, 41% dos R$ 469 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2006, R$ 152 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.