Valdir Martins

Foto de Valdir Martins Ferreira
Valdir Martins
Valdir Martins Ferreira (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · PTB
52 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valdir Martins (Valdir Martins Ferreira) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Córrego Fundo em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Córrego Fundo/MG: 2.666 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Córrego Fundo/MG, declarou R$ 68 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 500 de doações privadas e R$ 63 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), publicidade por carros de som (R$ 16 mil) e pessoal (R$ 13 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.027 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Valdir Martins Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 68 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos contratados

Valdir Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Córrego Fundo (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 68 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 500 de doações privadas e R$ 63 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e publicidade por carros de som (R$ 16 mil). Em 2008, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 68 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 68 milcontratados
Gastos em 2008R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Córrego Fundo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 68 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 7% · pessoas menos de 1% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 68 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil24,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil24,0%
  • PessoalR$ 13 mil19,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 9 mil13,2%
  • Outras 12 categoriasR$ 13 mil19,2%
2008Prefeito, Córrego Fundo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 41% · empresas 46% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil13,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 2 mil9,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil9,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil6,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 10 mil61,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892