Zé Nilson

Foto de José Nilson Rabelo de Camargos
Zé Nilson
José Nilson Rabelo de Camargos (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PTB
54 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Nilson (José Nilson Rabelo de Camargos) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Carmo do Cajuru/MG: 340 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Carmo do Cajuru/MG, declarou R$ 350 em receitas: R$ 190 de outras campanhas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 208) e publicidade por adesivos (R$ 140). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 203.

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Evolução da votação nas eleições

147 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de José Nilson Rabelo de Camargos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 350 em receitas · R$ 350 em gastos contratados

Zé Nilson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Carmo do Cajuru (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 350 em receitas: R$ 190 de outras campanhas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 208) e publicidade por adesivos (R$ 140). Em 2008, R$ 203 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 350campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 350contratados
Gastos em 2008R$ 203contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Carmo do Cajuru (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 350
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 350
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20859,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 14040,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 lançados como "diversas a especificar"R$ 20,6%
2008Vereador, Carmo do Cajuru (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 203
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 19% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 203
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 203100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892