André Policial Lopes Maia

Foto de André Vicente de Quadros Lopes
André Policial Lopes Maia
André Vicente de Quadros Lopes (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PRD
56 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Militar Reformado
Candidato a Deputado Estadual · Minas Gerais · Eleições 2026 · PRD · nº 25193
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, André Policial Lopes Maia (PRD) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 4.677 votos, pelo resultado oficial do TSE. André Policial Lopes Maia (André Vicente de Quadros Lopes) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Brasília de Minas em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 11.960 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 (53% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 31 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

4.677 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de André Vicente de Quadros Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 14 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

André Policial Lopes Maia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2026, e vereador em Brasília de Minas (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil); R$ 2 mil já foram pagos. Em 2012, 53% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2010, 47% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 14 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 2 milcontratados, parcial; R$ 2 mil pagos
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 2 mil
pago até agora: R$ 2 mil (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil100,0%
2012Vereador, Brasília de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 38% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil53,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil40,5%
  • Materiais impressosR$ 1606,5%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 86% · empresas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil47,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil13,5%
  • Despesas postaisR$ 2 mil5,8%
  • PessoalR$ 1 mil3,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 9 mil30,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Brasília de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil48,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil23,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 451,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil27,5%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil81,4%
  • PessoalR$ 1004,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 974,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 2009,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892