Totonho de Melo

Foto de Antônio Carlos de Melo
Totonho de Melo
Antônio Carlos de Melo (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PP
66 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário

Totonho de Melo (Antônio Carlos de Melo) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Betim em 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Betim/MG: 2.536 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Betim/MG, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 de outros recursos do partido, R$ 21 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil, 44% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.371 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Antônio Carlos de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 35 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos

Totonho de Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Betim (MG) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 de outros recursos do partido, R$ 21 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2012, 44% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 35 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 22 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 16% · partido menos de 1% · pessoas 61% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 22 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil54,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil13,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil11,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil7,5%
2012Vereador, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 61% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil44,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil20,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil10,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 5 mil16,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892