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Joana Dalva

Foto de Joana Dalva de Oliveira Pires Fernandes
Joana Dalva
Joana Dalva de Oliveira Pires Fernandes (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2026 · último partido AGIR
63 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
Candidata a Deputada Estadual · Minas Gerais · Eleições 2026 · AGIR · nº 36456
redes informadas ao TSE

Joana Dalva (AGIR) teve 3.522 votos para deputada estadual por Minas Gerais em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Joana Dalva (Joana Dalva de Oliveira Pires Fernandes) disputou 5 eleições entre 2004 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por MG: 3.522 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 39 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil), serviços contábeis (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2024 e R$ 14 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.522 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Joana Dalva de Oliveira Pires Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 42 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados

Joana Dalva declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Betim (MG) em 2008, 2012 e 2024, e deputada estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 39 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e serviços contábeis (R$ 16 mil); R$ 25 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 23 mil em gastos; em 2012, 41% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 42 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 66 milcontratados, parcial; R$ 25 mil pagos
Gastos em 2024R$ 23 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2012, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 6% · pessoas 94%
Gasto contratado
R$ 66 mil
pago até agora: R$ 25 mil (37%)
  • Materiais impressosR$ 32 mil48,7%
  • Serviços contábeisR$ 16 mil24,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 8 mil11,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 4 mil6,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 6 mil9,7%
2024Vereadora, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
sem doações de pessoas
FEFC 65% · partido e outras campanhas 35%
Gasto contratado
R$ 23 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 7 mil28,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil23,4%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil18,9%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil14,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil14,8%
2012Vereadora, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 57% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil41,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil14,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil8,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 4 mil25,5%
Ver a campanha anterior
2008Vereadora, Betim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 72% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil61,1%
  • Materiais impressosR$ 3 mil15,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil12,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 590,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil10,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.