Zé Edmar

Foto de Jose Edmar de Castro Cordeiro
Zé Edmar
Jose Edmar de Castro Cordeiro (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PMN
67 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Edmar (José Edmar de Castro Cordeiro) disputou 6 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, deputado distrital e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado distrital em 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por DF: 29.794 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por DF, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 53 mil), serviços de terceiros (R$ 15 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 73 mil em 2010 (48% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 239 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

9.087 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Jose Edmar de Castro Cordeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. DistritalDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 150 mil em receitas · R$ 77 mil em gastos contratados

Zé Edmar declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006 e 2018, e deputado distrital por Distrito Federal em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 53 mil) e serviços de terceiros (R$ 15 mil). Em 2010, 48% dos R$ 73 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2006, R$ 239 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 150 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 77 milcontratados
Gastos em 2010R$ 73 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 77 mil
pago: R$ 62 mil (80%)
  • Materiais impressosR$ 53 mil68,6%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil19,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil5,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil3,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil3,5%
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 34% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 7% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil47,8%
  • Materiais impressosR$ 22 mil29,7%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil1,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 15 mil21,1%
2006Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 239 mil
46 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 52% · empresas 6% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 239 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 48 mil20,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15 mil6,3%
  • Despesas postaisR$ 13 mil5,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6 mil2,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 157 mil65,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892