Dr. Charles

Foto de Charles Roberto de Lima
Dr. Charles
Charles Roberto de Lima (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PHS
63 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Charles (Charles Roberto de Lima) disputou 6 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, deputado distrital e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado distrital em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado distrital por DF: 14.329 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por DF, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 166 mil em 2014 (45% com militância e mobilização de rua) e R$ 178 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

11.372 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Charles Roberto de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. DistritalDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 121 mil em receitas · R$ 137 mil em gastos contratados

Dr. Charles declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, 2010 e 2014, e deputado federal por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 137 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil). Em 2014, 45% dos R$ 166 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2010, 42% dos R$ 178 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 121 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 137 milcontratados
Gastos em 2014R$ 166 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 121 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 137 mil
pago: R$ 109 mil (80%)
  • PessoalR$ 69 mil50,4%
  • Materiais impressosR$ 40 mil29,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 28 mil20,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5000,4%
2014Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 166 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 16% · empresas 18% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 166 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 75 mil45,3%
  • PessoalR$ 22 mil13,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 14 mil8,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil7,1%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil26,0%
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 178 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 38% · empresas 23% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 178 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 75 mil42,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil14,0%
  • PessoalR$ 16 mil9,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil4,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil30,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 142 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 12% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 142 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 43 mil29,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil22,8%
  • Materiais impressosR$ 30 mil21,0%
  • AlimentaçãoR$ 11 mil7,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 27 mil18,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892