- PessoalR$ 12 mil44,2%
- Materiais impressosR$ 5 mil19,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil10,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil6,0%
- Outras 6 categoriasR$ 5 mil19,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Luiz Sdrigotti disputou 10 eleições entre 1994 e 2016, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Joinville em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SC: 21.051 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Joinville/SC, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 28 mil em 2012 e R$ 99 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joao Luiz Sdrigotti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Luiz Sdrigotti declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, e vereador em Joinville (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2012, R$ 28 mil em gastos contratados; em 2006, 50% dos R$ 99 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.