Tino

Foto de Eduardo Florentino Ribeiro
Tino
Eduardo Florentino Ribeiro (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
60 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tino (Eduardo Florentino Ribeiro) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cascavel em 2004 e 2000; vereador de Cascavel em 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Cascavel/CE: 17.250 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cascavel/CE, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil), militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e pessoal (R$ 3 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 30 mil.

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Evolução da votação nas eleições

6.092 votos em 2016 (anulados) · 6 eleições

A votação de Eduardo Florentino Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 34 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos contratados

Tino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2010, e prefeito em Cascavel (CE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 11 mil). Em 2010, R$ 30 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 34 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 34 milcontratados
Gastos em 2010R$ 30 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Cascavel (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
27 doadores pessoas físicas
pessoas 94% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil35,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil32,8%
  • PessoalR$ 3 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil9,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil11,2%
2010Deputado estadual, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 70% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil31,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil20,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil16,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 4 mil13,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil18,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892