Nelson Vicente Portela Pellegrino

Foto de Nelson Vicente Portela Pellegrino
Nelson Vicente Portela Pellegrino
10 eleições entre 1994 e 2018 · PT
58 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
Comparar

Pelegrino (Nelson Vicente Portela Pellegrino) disputou 10 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2018, 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Salvador/BA: 623.734 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 52,9 milhões empenhados em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2020, para 23 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 984 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 603 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 228 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 36 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2014 e R$ 14,3 milhões em 2012.

4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

101.476 votos em 2018 (eleito) · 10 eleições

A votação de Nelson Vicente Portela Pellegrino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 984 mil em gastos

Pelegrino declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Salvador (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 984 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 603 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 228 mil). Em 2014, R$ 1,6 milhão em gastos contratados; em 2012, R$ 14,3 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 984 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,6 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
13 doadores pessoas físicas
FEFC 88% · Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 984 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 603 mil61,2%
  • Materiais impressosR$ 228 mil23,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil1,0%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil0,4%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 140 mil14,2%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
97 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 7% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 341 mil21,6%
  • PessoalR$ 257 mil16,3%
  • Locação de imóveisR$ 32 mil2,0%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil0,3%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,2%
  • Outras 13 categoriasR$ 943 mil59,7%
2012Prefeito, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15,5 milhões
65 doadores pessoas físicas
partido 71% · pessoas 1% · empresas 28%
Gasto contratado
R$ 14,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2,8 milhões19,9%
  • Locação de imóveisR$ 1,1 milhão7,7%
  • Serviços de terceirosR$ 524 mil3,7%
  • Materiais impressosR$ 255 mil1,8%
  • Outras 22 categoriasinclui R$ 475 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 9,6 milhões66,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
68 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 4% · empresas 36% · próprios menos de 1% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 244 mil22,1%
  • Serviços de terceirosR$ 111 mil10,1%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 60 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 113 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 751 mil67,9%
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 277 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 14% · empresas 57% · próprios 7% · outras 21%
Gasto contratado
R$ 248 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80 mil32,3%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil2,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil1,2%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 158 mil63,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 52,9 milhões empenhados · 95% pago · 78 emendas em 23 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Pelegrino teve R$ 52,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2020, para 23 municípios. Já foram pagos R$ 50,4 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Salvador, Lauro de Freitas e Catu. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 15,9 milhões em 25 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 37 milhões em 53 emendas.2

EmpenhadoR$ 52,9 milhõesorçamentos de 2017 a 2020
PagoR$ 50,4 milhões95% do empenhado, com restos a pagar
Emendas78individuais
Municípios23diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2020R$ 15,9 milhõesR$ 14,9 milhões94%259

Funções que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1SaúdeR$ 8 milhões50,0%
  2. 2UrbanismoR$ 3,9 milhões24,2%
  3. 3EducaçãoR$ 1,3 milhão7,9%

Municípios que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1SalvadorR$ 1,8 milhão11,6%
  2. 2Lauro de FreitasR$ 500 mil3,1%
  3. 3CatuR$ 500 mil3,1%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Nelson Vicente Portela Pellegrino (Pelegrino): candidaturas e votos · Radar do Voto