- Serviços de terceirosR$ 603 mil61,2%
- Materiais impressosR$ 228 mil23,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil1,0%
- Locação de imóveisR$ 4 mil0,4%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 140 mil14,2%
Pelegrino (Nelson Vicente Portela Pellegrino) disputou 10 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2018, 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Salvador/BA: 623.734 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 52,9 milhões empenhados em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2020, para 23 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 984 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 603 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 228 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 36 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2014 e R$ 14,3 milhões em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nelson Vicente Portela Pellegrino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pelegrino declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Salvador (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 80 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 984 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 603 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 228 mil). Em 2014, R$ 1,6 milhão em gastos contratados; em 2012, R$ 14,3 milhões em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Pelegrino teve R$ 52,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2020, para 23 municípios. Já foram pagos R$ 50,4 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Salvador, Lauro de Freitas e Catu. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 15,9 milhões em 25 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 37 milhões em 53 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 14,9 milhões | 94% | 25 | 9 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.