- PessoalR$ 232 mil44,4%
- Serviços de terceirosR$ 35 mil6,6%
- Materiais impressosR$ 13 mil2,5%
- Locação de imóveisR$ 2 mil0,3%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 241 mil46,2%
Lidice da Mata (Lídice da Mata e Souza) disputou 11 eleições entre 1986 e 2022, para deputada federal, governadora, senadora, vice-prefeita, prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 7 vezes: deputada federal em 2022, 2018, 2006 e 1986; senadora em 2010; deputada estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para senadora por BA: 3.385.300 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por BA pelo PSB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 227 milhões empenhados em 209 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 231 municípios; 83% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário e R$ 53 mil de doações privadas (54 doadores). Os gastos contratados somam R$ 522 mil, principalmente com pessoal (R$ 232 mil), pré-instalação física de comitê de campanha (R$ 83 mil) e publicidade por carros de som (R$ 58 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3,1 milhões em 2022 e R$ 1,7 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lídice da Mata e Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lidice da Mata declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada federal por Bahia em 2006, 2018, 2022 e 2026, senadora por Bahia em 2010, e governadora por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário e R$ 53 mil de doações privadas (54 doadores). Os gastos contratados somam R$ 522 mil, principalmente com pessoal (R$ 232 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha (R$ 83 mil); R$ 417 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 3,1 milhões em gastos; em 2018, 48% dos R$ 1,7 milhão em gastos foram com serviços próprios prestados por terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Lidice da Mata teve R$ 227 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 209 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 231 municípios. Já foram pagos R$ 189,4 milhões (83%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Salvador, Crisópolis e Andaraí. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 107,2 milhões em 66 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 66,5 milhões em 66 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,3 milhões em 77 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 28 milhões | R$ 18,3 milhões | 65% | 19 | 46 |
| 2025 | R$ 41,4 milhões | R$ 28,8 milhões | 70% | 24 | 84 |
| 2024 | R$ 37,2 milhões | R$ 34,3 milhões | 92% | 22 | 58 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 106,6 milhões | R$ 81,4 milhões | 76% | 65 | 133 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.