- PessoalR$ 98 mil74,8%
- Publicidade por adesivosR$ 23 mil17,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil4,6%
- Materiais impressosR$ 2 mil1,8%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil1,0%

Segundo o Radar do Voto, Lúcia Carvalho (PT) ficou como suplente de deputada distrital do Distrito Federal em 2026, com 2.611 votos, pelo resultado oficial do TSE. Lúcia Carvalho (Lucia Helena de Carvalho) disputou 4 eleições entre 1994 e 2026, para deputada distrital e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada distrital em 1998; deputada estadual em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputada distrital por DF: 10.128 votos. Na campanha de 2026 para deputada distrital por DF, declarou R$ 276 mil em receitas: R$ 259 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com pessoal (R$ 98 mil), publicidade por adesivos (R$ 23 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lucia Helena de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lúcia Carvalho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 276 mil em receitas: R$ 259 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com pessoal (R$ 98 mil) e publicidade por adesivos (R$ 23 mil); R$ 83 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.