- Publicidade por adesivosR$ 96 mil40,0%
- Materiais impressosR$ 40 mil16,4%
- Serviços de terceirosR$ 18 mil7,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 15 mil6,1%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil29,9%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Gualberto (João Gualberto Vasconcelos) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Mata de São João em 2020, 2008 e 2004; deputado federal em 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por BA: 117.671 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 51,6 milhões empenhados em 44 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 61 municípios; 97% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Mata de São João/BA, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 241 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 96 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e serviços de terceiros (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2014 e R$ 322 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Gualberto Vasconcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Gualberto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Mata de São João (BA) em 2008 e 2020, e deputado federal por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 241 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 96 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil). Em 2014, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2008, R$ 322 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, João Gualberto teve R$ 51,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 44 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 61 municípios. Já foram pagos R$ 50,2 milhões (97%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Urbanismo (49%). As cidades que mais receberam foram Mata de São João, Curitiba e Pojuca.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14 milhões | R$ 14 milhões | 99% | 9 | 30 |
| 2018 | R$ 14,6 milhões | R$ 13,8 milhões | 95% | 7 | 16 |
| 2017 | R$ 10,7 milhões | R$ 10,1 milhões | 95% | 19 | 8 |
| 2016 | R$ 12,4 milhões | R$ 12,3 milhões | 99% | 9 | 32 |
| Total | R$ 51,6 milhões | R$ 50,1 milhões | 97% | 44 | 61 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.