Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luciano Bivar (Luciano Caldas Bivar) disputou 9 eleições entre 1990 e 2022, para deputado federal, presidente, 1º suplente senador, vice-prefeito, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2022, 2018 e 1998. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PE: 117.943 votos. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por PE pelo MDB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 193,1 milhões empenhados em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 121 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por PE, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 225 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 666 mil), serviços advocatícios (R$ 180 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 84 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2018 (51% com publicidade por materiais impressos) e R$ 642 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
74.425 votos em 2022 (eleito) · 10 eleições
A votação de Luciano Caldas Bivar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualSenadorDep. FederalPresidentevotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 2,6 milhões em receitas · R$ 1,7 milhão em gastos
Luciano Bivar declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: presidente em 2006, e deputado federal por Pernambuco em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 225 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 666 mil) e serviços advocatícios (R$ 180 mil). Em 2018, 51% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 67% dos R$ 642 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 2,6 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,7 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,9 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 19menos de 0,1%
Impostos, contribuições e taxasR$ 0menos de 0,1%
Outras 1 categoriaR$ 212 mil98,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 193,1 milhões empenhados · 92% pago · 78 emendas em 121 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Luciano Bivar teve R$ 193,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 121 municípios. Já foram pagos R$ 177 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Caitano, João Alfredo e Jucati. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 111,1 milhões em 30 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,1 milhões em 48 emendas.2
EmpenhadoR$ 193,1 milhõesorçamentos de 2020 a 2026
PagoR$ 177 milhões92% do empenhado, com restos a pagar
Emendas78individuais
Municípios121diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2026
R$ 36 milhões
R$ 29,4 milhões
82%
8
27
2025
R$ 37,2 milhões
R$ 36,6 milhões
98%
13
62
2024
R$ 37,6 milhões
R$ 36,4 milhões
97%
8
35
Legislatura 2023 a 2026
R$ 110,8 milhões
R$ 102,4 milhões
92%
29
86
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
1SaúdeR$ 58,5 milhões52,7%
2Encargos EspeciaisR$ 47,8 milhões43,0%
3Defesa NacionalR$ 2,6 milhões2,3%
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
1São CaitanoR$ 14,8 milhões13,3%
2João AlfredoR$ 6,5 milhões5,9%
3JucatiR$ 6,3 milhões5,7%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
10 candidaturas · eleito em 1998, 2018 e 2022
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
1º Suplente · 2026Deferido—GPE · 82 anos · Branca · Superior completo · Deputado · MDB · nº 130 · candidatura registrada para a eleição de 4 de outubro de 2026 · ver resultado completoregistro da candidatura
Deputado Federal · 2022ELEITO · MÉDIA74.425GPE · 78 anos · Branca · Superior completo · Empresário · UNIÃO · nº 4444 · ver resultado completoprestação de contasCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 2018ELEITO117.943GPE · 74 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PSL · nº 1717 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2000—LJaboatão dos Guararapes, Pernambuco · 56 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PSL · nº 171 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSC / PMN / PAN / PL / PRTB / PSL / PRP / PTN / PT do B
Vice-Prefeito · 2000—LJaboatão dos Guararapes, Pernambuco · 56 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PSL · nº 171 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSC / PMN / PAN / PL / PRTB / PSL / PRP / PTN / PT do B
Deputado Federal · 1998ELEITO77.236GPE · 54 anos · Superior completo · Advogado · PSL · nº 1717 · ver resultado completo
Senador · 1994NÃO ELEITO79.748GPE · 50 anos · Superior completo · Industrial · PL · nº 223 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1990SUPLENTE7GPE · 46 anos · PL · nº 22280 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.