- Materiais impressosR$ 120 mil50,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil11,5%
- Serviços de terceirosR$ 24 mil10,2%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 19 mil7,8%
- Outras 11 categoriasR$ 47 mil19,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Everton Leoni disputou 7 eleições entre 1994 e 2006, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2002 e 1998; vereador de Porto Velho em 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Porto Velho/RO: 27.821 votos. Em 2026, foi candidato a vice-governador por RO pelo PSD. Na campanha de 2006 para deputado estadual por RO, declarou R$ 237 mil em receitas: R$ 28 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 206 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 237 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 120 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil) e serviços de terceiros (R$ 24 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Everton Leoni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Everton Leoni declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rondônia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 237 mil em receitas: R$ 28 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 206 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 237 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 120 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.