Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lunardi (Miguel Angelo Soster) disputou 4 eleições entre 1994 e 2010, para deputado distrital e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado distrital por DF: 5.730 votos. Na campanha de 2010 para deputado distrital por DF, declarou R$ 182 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 157 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 182 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 37 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 34 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 92 mil, 47% com serviços de terceiros.
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Evolução da votação nas eleições
5.730 votos em 2010 · 4 eleições
A votação de Miguel Angelo Soster em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 182 mil em receitas · R$ 182 mil em gastos contratados
Lunardi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 182 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 157 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 182 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 37 mil). Em 2006, 47% dos R$ 92 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2010R$ 182 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 182 milcontratados
Gastos em 2006R$ 92 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 31% · pessoas 4% · empresas 65%
Gasto contratado
R$ 92 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 43 mil46,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil12,4%
AlimentaçãoR$ 6 mil6,8%
Despesas postaisR$ 1 mil1,2%
Outras 4 categoriasR$ 30 mil32,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Distrital · 1998SUPLENTE4.017GDF · 41 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSDB · nº 45299 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PTB
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE3.095GDF · 37 anos · Superior completo · Economista · PPR · nº 11299 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.