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Dulcinea

Foto de Dulcinea Soares da Silva
Dulcinea
Dulcinea Soares da Silva (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSDB
54 anos em 2016 · Feminino · Ensino médio completo
Artesão

Dulcinea (Dulcinéa Soares da Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Traipu em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para vereadora em Traipu/AL: 524 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Traipu/AL, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 380 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 645 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil), pessoal (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 822). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 248, 81% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

57 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Dulcinea Soares da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Dulcinea declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Traipu (AL) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 380 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 645 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 1 mil). Em 2008, 81% dos R$ 248 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 248contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Traipu (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 84% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil49,5%
  • PessoalR$ 1 mil17,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 82212,7%
  • Materiais impressosR$ 4507,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 84213,0%
2008Vereadora, Traipu (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 248
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 248
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20181,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 4719,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.