Rosinha (Rosa Benvinda Vieira Cavalcanti Lopes) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeita em Barra de São Miguel/AL: 1.450 votos. Na campanha de 2008 para prefeita em Barra de São Miguel/AL, declarou R$ 86 mil em receitas: R$ 40 mil de outras campanhas e R$ 46 mil de doações privadas (22 doadores). Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 26 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.450 votos em 2008 · 2 eleições
A votação de Rosa Benvinda Vieira Cavalcanti Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 86 mil em receitas · R$ 86 mil em gastos contratados
Rosinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Barra de São Miguel (AL) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 86 mil em receitas: R$ 40 mil de outras campanhas e R$ 46 mil de doações privadas (22 doadores). Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 26 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil4,3%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 2 mil2,3%
Outras 5 categoriasinclui R$ 791 doados a outros candidatos e partidosR$ 41 mil47,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.