Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Moisés Avelino (Moisés Nogueira Avelino) disputou 6 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito, deputado federal, senador e governador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Paraíso do Tocantins em 2016 e 2012; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2002, para senador por TO: 192.481 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Paraíso do Tocantins/TO, declarou R$ 534 mil em receitas: R$ 21 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 514 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 534 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 95 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 72 mil) e pessoal (R$ 64 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 450 mil em 2012 (43% com publicidade por materiais impressos) e R$ 399 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
11.937 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições
A votação de Moisés Nogueira Avelino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 534 mil em receitas · R$ 534 mil em gastos contratados
Moisés Avelino declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Tocantins em 2006 e 2010, e prefeito em Paraíso do Tocantins (TO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 534 mil em receitas: R$ 21 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 514 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 534 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 95 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 72 mil). Em 2012, 43% dos R$ 450 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 399 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 534 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 534 milcontratados
Gastos em 2012R$ 450 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 30% · pessoas 6% · empresas 22% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 226 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 68 mil30,1%
Locação/cessão de bens móveisR$ 55 mil24,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 45 mil19,7%
Materiais impressosR$ 31 mil13,8%
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil11,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.