Zé Pellin

Foto de José Luiz Gladchi
Zé Pellin
José Luiz Gladchi (nome civil)
11 eleições entre 1996 e 2018 · PRTB
65 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Estadual

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Pellin (José Luiz Gladchi) disputou 11 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em São Paulo/SP: 302 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 192 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 (43% com serviços de terceiros) e R$ 3 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

99 votos em 2018 · 11 eleições

A votação de José Luiz Gladchi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Zé Pellin declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2018, vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado federal por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 192 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil). Em 2016, 43% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 79% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas7de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 90% · partido e outras campanhas 10%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 1 mil100,0%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 72% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 61142,7%
  • Materiais impressosR$ 36025,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 25017,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 20914,6%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 15% · empresas 79% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil78,5%
  • Serviços de terceirosR$ 51214,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 902,6%
  • Preparação de campanha e instalação física de comitês de campanhaR$ 852,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 601,7%
Ver as 4 campanhas anteriores
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil61,3%
  • Materiais impressosR$ 48414,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 40012,3%
  • AlimentaçãoR$ 2006,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 1805,5%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • AlimentaçãoR$ 3003,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 9 mil96,6%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1504,6%
  • AlimentaçãoR$ 1444,4%
  • Serviços de terceirosR$ 601,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 561,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil87,3%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 520
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 91% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 520
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 458,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 47591,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892