Comendador Silveira

Comendador Silveira
Luiz Antonio da Silveira (nome civil)
4 eleições entre 1998 e 2006 · último partido PTB
57 anos em 2006 · Masculino · Superior incompleto
Terapeuta

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Comendador Silveira (Luiz Antonio da Silveira) disputou 4 eleições entre 1998 e 2006, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 493 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 700 de doações privadas, R$ 500 de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 40).

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Evolução da votação nas eleições

363 votos em 2006 · 4 eleições

A votação de Luiz Antonio da Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Comendador Silveira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 700 de doações privadas, R$ 500 de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 458) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 40).

Receitas em 2006R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 5 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 15% · empresas 11% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4589,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 400,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil89,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892