Barba

Barba
Clovis Sultanum de Figueiredo (nome civil)
5 eleições entre 1998 e 2006 · último partido PPS
52 anos em 2006 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Barba (Clovis Sultanum de Figueiredo) disputou 5 eleições entre 1998 e 2006, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ferraz de Vasconcelos em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 11.065 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SP, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 220 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 5 mil de empresas e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e materiais de expediente (R$ 456).

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Evolução da votação nas eleições

7.924 votos em 2006 · 5 eleições

A votação de Clovis Sultanum de Figueiredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados

Barba declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 220 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 5 mil de empresas e R$ 150 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil).

Receitas em 2006R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 11 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 48% · empresas 49% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil46,6%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil39,8%
  • Materiais de expedienteR$ 4564,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4003,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 5865,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892