Josias Diniz

Foto de Josias Antonio Diniz
Josias Diniz
Josias Antonio Diniz (nome civil)
11 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PRP
60 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Cabeleireiro e Barbeiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Josias Diniz (Josias Antônio Diniz) disputou 11 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Cruzeiro em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 14.727 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cruzeiro/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 168 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 598), cessão ou locação de veículos (R$ 500) e serviços de terceiros (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 198 mil em 2014 e R$ 3 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

400 votos em 2016 · 11 eleições

A votação de Josias Antonio Diniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Josias Diniz declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, vereador em Cruzeiro (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 168 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 598) e cessão ou locação de veículos (R$ 500). Em 2014, R$ 198 mil em gastos contratados; em 2012, 70% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2014R$ 198 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 27% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 59832,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50026,8%
  • Serviços de terceirosR$ 50026,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1176,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 1538,2%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 198 mil
sem doações de pessoas
partido 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 198 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 71 mil36,0%
  • PessoalR$ 60 mil30,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 27 mil13,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil4,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 30 mil15,3%
2012Vereador, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 24% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil70,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50019,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2007,6%
  • Serviços de terceirosR$ 752,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 125 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 34 mil27,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil21,1%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil6,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil4,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 51 mil41,0%
2008Vereador, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 22% · empresas 6% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil20,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil18,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 81612,2%
  • Encargos sociaisR$ 2964,4%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 265 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil45,1%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil19,2%
  • PessoalR$ 2 mil11,0%
  • Encargos sociaisR$ 3682,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 200,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 11 mil67,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892