Pastor Givaldo Vieira

Foto de Givaldo Rodrigues Vieira
Pastor Givaldo Vieira
Givaldo Rodrigues Vieira (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PMDB
71 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Pastor Givaldo Vieira (Givaldo Rodrigues Vieira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 9.437 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2010 e R$ 7 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

434 votos em 2014 · 7 eleições

A votação de Givaldo Rodrigues Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 21 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos contratados

Pastor Givaldo Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, vereador em São Paulo (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 160 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil). Em 2010, R$ 15 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 21 milcontratados
Gastos em 2010R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 95% · pessoas 5% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil36,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil29,0%
  • Materiais impressosR$ 6 mil27,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 16menos de 0,1%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 85% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil23,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil19,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil11,4%
  • Materiais impressosR$ 3802,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil43,2%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 25% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil17,3%
  • TelefoneR$ 3444,8%
  • Materiais impressosR$ 2553,6%
  • Energia elétricaR$ 180,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil74,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 22% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil24,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil18,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 9889,0%
  • TelefoneR$ 5625,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 35 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil43,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892