10 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PSD
67 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
Zé Mineiro (José Mineiro de Camargo) disputou 10 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Jaú em 2004 e 2000. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por SP: 14.136 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Jaú/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 300) e impulsionamento de conteúdos (R$ 200). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2016 (53% com militância e mobilização de rua) e R$ 23 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
271 votos em 2020 · 10 eleições
A votação de José Mineiro de Camargo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos
Zé Mineiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Jaú (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 300). Em 2016, 53% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2012, 40% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA1.027LJaú, São Paulo · 47 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Microempresa · PSB · nº 40666 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PPS / PSB
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE9.847GSP · 45 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Industrial · PDT · nº 12245 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PSB / PSN / PTN
Prefeito · 1996NÃO ELEITO1.870LJaú, São Paulo · 43 anos · Dado Inexistente · PSDC · nº 27 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE14.136GSP · 41 anos · Ensino médio completo · PMDB · nº 15135 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.