Dino do Almoço de Natal

Foto de Bernardino do Couto Alves
Dino do Almoço de Natal
Bernardino do Couto Alves (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
73 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dino do Almoço de Natal (Bernardino do Couto Alves) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Osasco em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 6.354 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Osasco/SP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 300 de empresas e R$ 39 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

492 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Bernardino do Couto Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Dino do Almoço de Natal declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Osasco (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 300 de empresas e R$ 39 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil.

Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Vereador, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 68% · empresas 5% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892