- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 890 mil45,0%
- Serviços de terceirosR$ 476 mil24,1%
- Materiais impressosR$ 231 mil11,6%
- PessoalR$ 174 mil8,8%
- Outras 12 categoriasR$ 209 mil10,5%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Candido (Marcelo de Souza Candido) disputou 5 eleições entre 2000 e 2018, para governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Suzano em 2008 e 2004; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2018, para governador por SP: 323.235 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para governador por SP, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 24 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 890 mil), serviços de terceiros (R$ 476 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 231 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 809 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo de Souza Candido em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Candido declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Suzano (SP) em 2008, e governador por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 24 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 890 mil) e serviços de terceiros (R$ 476 mil). Em 2008, R$ 809 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.