Dr. Pietro Petri

Foto de Pietro Petri Neto
Dr. Pietro Petri
Pietro Petri Neto (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2020 · último partido MDB
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Pietro Petri (Pietro Petri Neto) disputou 8 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Piracaia em 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Piracaia/SP: 4.703 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Piracaia/SP, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), materiais de expediente (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 388.

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Evolução da votação nas eleições

201 votos em 2020 (anulados) · 8 eleições

A votação de Pietro Petri Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Dr. Pietro Petri declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Piracaia (SP) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e materiais de expediente (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 388 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 388contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Piracaia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 67% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil50,0%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil19,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil16,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 850 lançados como "diversas a especificar"R$ 85014,2%
2008Vereador, Piracaia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 404
doações de pessoas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 25% · empresas 28% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 388
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 348,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 35491,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892