Chiquinho dos Padeiros

Foto de Francisco Pereira de Sousa Filho
Chiquinho dos Padeiros
Francisco Pereira de Sousa Filho (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PSB
68 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Chiquinho dos Padeiros (Francisco Pereira de Sousa Filho) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 15.702 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SP, declarou R$ 723 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 380 mil de outras campanhas, R$ 152 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 713 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 368 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 185 mil) e pessoal (R$ 53 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 258 mil em 2018 (50% com pessoal) e R$ 448 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

5.861 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Francisco Pereira de Sousa Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 723 mil em receitas · R$ 713 mil em gastos

Chiquinho dos Padeiros declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2014, vereador em São Paulo (SP) em 2012, e deputado federal por São Paulo em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 723 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 380 mil de outras campanhas, R$ 152 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 713 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 368 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 185 mil). Em 2018, 50% dos R$ 258 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, R$ 448 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 723 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 713 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 258 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 723 mil
22 doadores pessoas físicas
FEFC 22% · partido e outras campanhas 53% · pessoas 21% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 713 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 368 mil51,7%
  • Materiais impressosR$ 185 mil26,0%
  • PessoalR$ 53 mil7,4%
  • Serviços advocatíciosR$ 45 mil6,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 62 mil8,7%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 324 mil
56 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
pessoas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 258 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 129 mil50,0%
  • Serviços de terceirosR$ 38 mil14,9%
  • Materiais impressosR$ 27 mil10,5%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 15 mil5,7%
  • Outras 12 categoriasR$ 49 mil18,9%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 449 mil
38 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 69% · empresas 10% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 448 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 136 mil30,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 85 mil18,9%
  • Materiais impressosR$ 60 mil13,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 51 mil11,3%
  • Outras 13 categoriasR$ 117 mil26,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 340 mil
57 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · empresas 24% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 131 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil24,8%
  • AlimentaçãoR$ 27 mil20,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil15,3%
  • TelefoneR$ 18 mil13,4%
  • Outras 9 categoriasR$ 34 mil26,0%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 37% · empresas 53% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 172 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 89 mil51,8%
  • Despesas postaisR$ 13 mil7,4%
  • PessoalR$ 12 mil7,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil5,6%
  • Outras 12 categoriasR$ 48 mil28,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892