Vicente Cândido

Foto de Vicente Candido da Silva
Vicente Cândido
Vicente Candido da Silva (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2014 · PT
55 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vicente Cândido (Vicente Cândido da Silva) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014 e 2010; deputado estadual em 2006 e 2002; vereador de São Paulo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 160.242 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 48,8 milhões empenhados em 63 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 32 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por SP, declarou R$ 4,1 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 786 mil de doações privadas (20 doadores), R$ 1,3 milhão de empresas e R$ 284 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1,1 milhão), pessoal (R$ 947 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 560 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,1 milhões em 2010 e R$ 716 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

117.652 votos em 2014 (eleito) · 7 eleições

A votação de Vicente Candido da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 4,1 milhões em receitas · R$ 5,1 milhões em gastos contratados

Vicente Cândido declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e deputado federal por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 4,1 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 786 mil de doações privadas (20 doadores), R$ 1,3 milhão de empresas e R$ 284 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1,1 milhão) e pessoal (R$ 947 mil). Em 2010, R$ 4,1 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 716 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 4,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 5,1 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 4,1 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4,1 milhões
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 19% · empresas 33% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 5,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1,1 milhão21,1%
  • PessoalR$ 947 mil18,7%
  • Materiais impressosR$ 560 mil11,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 195 mil3,8%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 1,7 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 2,3 milhões45,3%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4,1 milhões
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 6% · empresas 41% · outras 9%
Gasto contratado
R$ 4,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1,4 milhão34,7%
  • Materiais impressosR$ 321 mil7,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 274 mil6,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 188 mil4,6%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 69 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1,1 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 1,9 milhão46,2%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 717 mil
25 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 13% · empresas 67% · próprios 2% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 716 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 162 mil22,6%
  • Materiais impressosR$ 110 mil15,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 53 mil7,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 49 mil6,9%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 342 mil47,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 48,8 milhões empenhados · 84% pago · 63 emendas em 32 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Vicente Cândido teve R$ 48,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 63 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 32 municípios. Já foram pagos R$ 41,1 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (63%). As cidades que mais receberam foram Franco da Rocha, Ribeirão Preto e São Paulo.2

EmpenhadoR$ 48,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 41,1 milhões84% do empenhado, com restos a pagar
Emendas63individuais
Municípios32diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 13,5 milhõesR$ 12,2 milhões90%165
2018R$ 12,4 milhõesR$ 10,8 milhões87%138
2017R$ 10,3 milhõesR$ 8,4 milhões82%164
2016R$ 12,7 milhõesR$ 9,3 milhões73%1821
TotalR$ 48,8 milhõesR$ 40,7 milhões83%6332

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 30,8 milhões63,1%
  2. 2CulturaR$ 5,8 milhões11,8%
  3. 3Desporto e LazerR$ 5,7 milhões11,6%

Municípios que mais receberam

  1. 1Franco da RochaR$ 2 milhões4,0%
  2. 2Ribeirão PretoR$ 1,8 milhão3,8%
  3. 3São PauloR$ 1,6 milhão3,3%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892