Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Bueno (Marcelo Siqueira Bueno) disputou 3 eleições entre 1998 e 2006, para deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 52.508 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SP, declarou R$ 339 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas, R$ 304 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 338 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 147 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 29 mil).
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Evolução da votação nas eleições
19.365 votos em 2006 · 3 eleições
A votação de Marcelo Siqueira Bueno em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 339 mil em receitas · R$ 338 mil em gastos contratados
Marcelo Bueno declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 339 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas, R$ 304 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 338 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 147 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 4% · empresas 90% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 338 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 147 mil43,6%
Materiais impressosR$ 95 mil28,1%
Locação/cessão de bens móveisR$ 29 mil8,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil6,5%
Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil13,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE19.365GSP · 32 anos · Superior incompleto · Deputado · PTB · nº 14500 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002ELEITO52.508GSP · 28 anos · Superior incompleto · Tecnico de Mecanica · PDT · nº 12699 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE26.276GSP · 24 anos · Superior incompleto · Sacerdote Ou Membro de Ordens Ou Seitas Religiosas · PL · nº 22223 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.