- Militância e mobilização de ruaR$ 157 mil37,4%
- Materiais impressosR$ 124 mil29,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 92 mil21,8%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil4,8%
- Outras 7 categoriasR$ 27 mil6,4%
Segundo o Radar do Voto, Raul Marcelo (PSOL) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 30.119 votos, pelo resultado oficial do TSE. Raul Marcelo (Raul Marcelo de Souza) disputou 14 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Sorocaba em 2024, 2004 e 2000; deputado estadual em 2014 e 2006. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Sorocaba/SP: 129.784 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 729 mil em receitas: R$ 693 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 36 mil de doações privadas (11 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 420 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 157 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 124 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 92 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 149 mil em 2024 (48% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 238 mil em 2022.
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A votação de Raul Marcelo de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Raul Marcelo declarou receitas e gastos ao TSE em 11 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, prefeito em Sorocaba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, vereador em Sorocaba (SP) em 2024, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 729 mil em receitas: R$ 693 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 36 mil de doações privadas (11 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 420 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 157 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 124 mil); R$ 296 mil já foram pagos. Em 2024, 48% dos R$ 149 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2022, R$ 238 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.